andré barata

“O jogo da filosofia é sempre um jogo insensato. Supor, porém, que não fosse absolutamente sério seria um ultraje. Se não fosse subversivo, irritante e insuportável, Sócrates teria sido simplesmente ridículo”.

Últimas entradas

Por uma esquerda recomposta

  Para a esquerda ser alternativa, é indispensável vontades políticas alcançarem uma convergência e imprescindível constituírem-se veículo de um programa político.   A recomposição da esquerda …


Radicalizar a social-democracia para a salvar

  A social-democracia,  apanágio de muitos dos países que integram a OCDE, está a falhar desde há pelo menos duas décadas. O seu propósito era conter o crescimento das desigualdades através de políticas redis…



Véus há muitos

Hoje, em muitos lugares do mundo, ser mulher muçulmana é muito difícil. Na Europa, cada vez mais. Cumpria-nos, nós que acreditamos na liberdade, não contribuirmos para esta condição.   A polémica proibiç…


Que tem de moderno o Daesh?

  A repressão de Eros que Freud identificara 85 anos antes como um princípio civilizador é confirmada aqui e levada ao limite de inumanidade que a humanidade pode suportar.     Na tentativa de entender o a…


Língua mordida

A violenta reacção ao debate sobre o Cartão de Cidadão merece ser debatida. Ridiculariza-se, desconversa-se, manda-se calar. Mas, desta forma, quem está a ser calada é a própria língua. Parem lá de morder a l…